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Teste da Orelhinha

 

      O teste da orelhinha pode mesmo mudar a vida de uma criança.

 

Saber se tudo vai bem com a audição do bebê é um cuidado que já deve ser tomado assim que a criança nasce. Os sons estão entre os estímulos mais importantes da primeira infância, e a partir deles o bebê desenvolve, além da fala, todo relacionamento emocional com a mãe, com a família e com o mundo.

Quando uma criança nasce com alguma alteração auditiva, é muito importante identificar o problema o quanto antes. Os pais devem estar conscientes da condição do bebê para dar a ele cuidados especiais, tratamento e acompanhamento médico específicos. O problema auditivo pode ser tratado e apresenta melhora acentuada se diagnosticado precocemente.

O Comitê Brasileiro sobre Perdas Auditivas na Infância com representatividade das Sociedades Brasileiras de Fonoaudiologia, Otorrinolaringologia e Pediatria recomenda O Teste da Orelhinha para todos os recém nascidos desde 11/1999. O teste deve ser realizado por profissionais habilitados, fonoaudiólogos ou médicos.

 

GATANU- Grupo de Apoio á Triagem Auditiva Neonatal Universal-Brasil

www.gatanu.org

  

Ouvidos atentos ao desenvolvimento do seu bebê:

Desenvolvimento natural da audição do bebê

 

0-3 meses

 

O bebê se assusta, chora ou acorda com sons fortes e repentinos, como a batida de porta e acalma-se ao ouvir a voz familiar

 

3-6 meses

 

O bebê olha ou mexe a cabeça para os lados procurando a origem do som, reconhece a voz materna e emite sons sem significado (balbucio)

 

6 meses

 

O bebê localiza prontamente sons de seu interesse, até em intensidade suave, virando a cabeça para o lado em que o som foi apresentado. Também já atende quando chamado pelo nome.

 

9 meses

 

O bebê localiza sons nas direções abaixo e acima da sua cabeça, intensifica o balbucio e brinca com a própria voz, repetindo suas emissões (ex: dá, dá). Nesta idade já começa a emitir as primeiras palavras. A partir desta idade o desenvolvimento de linguagem é intensificado, com aumento constante do vocabulário.

 

2 anos

 

O bebê usa sentenças simples combinando palavras e usa a linguagem para se comunicar 

 

Reprodução parcial do folheto  

GATANU- Grupo de Apoio á Triagem Auditiva Neonatal Universal-Brasil

www.gatanu.org

Disque orelhinha: RJ: (21) 2225-2941

                                SP: (11) 3711-7630

 

 

Não tenha dúvidas da necessidade e importância do

TESTE DA ORELHINHA:

 

Ø 1-Meu bebê reage para sons fortes. Mesmo assim preciso fazer o teste?

Reagir aos sons fortes é uma das reações esperadas, mas não garante que ele esteja sensível para sons suaves, fundamentais para o aprendizado da fala.

Ø 2-Porque é tão importante detectar o problema auditivo o quanto antes?

Hoje sabemos que a surdez deve ser detectada ao nascimento e tratada até no máximo 6 meses de idade, pois este é o período ideal para o início do desenvolvimento da fala e da linguagem. O bebê já pode usar aparelhos auditivos, receber estimulação adequada e se necessário realizar tratamento cirúrgico por meio de implante coclear.

Ø 3- Se o meu bebê é saudável, porque devo fazer o teste da orelhinha?

        O fato é que qualquer criança pode nascer com alguma alteração auditiva. Casais ouvintes podem gerar bebês com deficiência auditiva, devido a uma alteração no gene responsável pelo funcionamento do ouvido. A metade das crianças surdas nascem em famílias de ouvintes.

Ø 4-  Como é o teste da orelhinha?

Rápido, simples e indolor, o Teste da orelhinha, denominado Emissões Otoacústicas, avalia a reação de células auditivas externas da cóclea em resposta aos estímulos suaves. Demora de 5 a 10 minutos e é feito pelo fonoaudiólogo no berçário durante sono natural do bebê.

*Este teste não se destina a avaliação do tronco encefálico.

 

Ø 5-  O problema auditivo é freqüente?

Os números apontam para uma incidência que merece atenção: 3 para cada 1000 recém-nascidos apresentam algum tipo de perda auditiva. Para se ter uma idéia, é um índice muito superior quando comparado á deficiência diagnosticada, por exemplo,pelo teste do pezinho: uma  alteração para cada 14.000 nascimentos.

 

Ø 6-E se o bêbe  ficar na UTI neonatal?

 A incidência de deficiência auditiva neste bebê é mais freqüente (2 a 4 alterações em 100 bebês) do que a encontrada no berçário comum. Além de fazer o Teste da Orelhinha, esses bebês devem realizar monitoramento do desenvolvimento auditivo periodicamente.

 

 

Os benefícios são tão certos que em alguns locais o Teste da Orelhinha é um exame obrigatório antes da alta hospitalar

 

SOLICITE O TESTE DA ORELHINHA

 

Reprodução parcial do folheto

 

GATANU- Grupo de Apoio á Triagem Auditiva Neonatal Universal-Brasil

www.gatanu.org

Disque orelhinha: RJ: (21) 2225-2941

                                SP: (11) 3711-7630


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